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	<title>Arquivo &#8211; Lusofonia München</title>
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	<description>Förderung und Verbreitung der Kulturen aus portugiesisch­sprachigen Ländern</description>
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	<title>Arquivo &#8211; Lusofonia München</title>
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		<title>„Como está a literatura brasileira?“ Debate online com Rogério Pereira, Michael Kegler e Luísa Costa Hölzl</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanda Jakob]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Oct 2021 10:59:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[Após estes longos meses de confinamento e distância, sem eventos nem viagens, queremos num pequeno ciclo de debates online, inquirir do estado das literaturas lusófonas.
Começamos com a literatura brasileira: sobre novos livros, autoras/autoras e o estado atual da literatura brasileira irão falar Michael Kegler, tradutor e agente cultural, e Luísa Costa Hölzl, editora e docente de literatura, com o jornalista e escritor Rogério Pereira, fundador e editor do mais conceituado jornal literário brasileiro, Rascunho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mais de ano e meio de pandemia … o mundo parou. Os confinamentos quase fizeram desaparecer do espaço público a cultura. Devagar vamos acordando. <strong>E queremos saber se a literatura vacila ou se ela sairá ilesa desta crise.</strong> Autoras e autores viveram recolhidos e escreveram. Aí estão elas e eles manifestando a sua resiliência perante tempos difíceis.</p>



<p>Queremos saber <strong>o que há de novo na literatura brasileira</strong>. A publicação parou? Ou redobraram os esforços? Reeditam-se obras? Abrem editoras? As livrarias vendem? <strong>Autores célebres publicam novas obras? Dos autores jovens vem uma lufada de ar fresco? </strong>Ou algum furacão?</p>



<p><strong>Rogério Pereira</strong>, jornalista, editor e escritor, fundador em 2000 do jornal <em>Rascunho</em>e coordenador do projeto Paiol Literário, vem conversar com <strong>Michael Kegler</strong>, tradutor e moderador cultural e com <strong>Luísa Costa Hölzl</strong>, docente de português e editora.</p>



<p><strong>Rogério Pereira</strong> nasceu em Galvão (Santa Catarina, Brasil), em 1973. É jornalista, editor e escritor. Em 2000, fundou em Curitiba o jornal <em>Rascunho</em> (versão online: <a href="https://rascunho.com.br/">https://rascunho.com.br/</a>) – uma das raras publicações sobre literatura no Brasil. Coordena o projeto Paiol Literário (<a href="https://paiolliterario.com.br/">https://paiolliterario.com.br/</a>), do qual já participaram cerca de 70 escritores. Entre janeiro de 2011 e abril de 2019, foi diretor da Biblioteca Pública do Paraná. É autor do romance <em>Na escuridão, amanhã</em> (2013). Tem contos publicados e traduzidos para várias línguas.</p>



<p><strong>Michael Kegler</strong>&nbsp;nasceu em 1967 em Gießen, passou parte da sua infância na Libéria e no Brasil. Desde os anos 90 que traduz obras provenientes das diversas variantes da língua portuguesa. Assim se tornou um conhecedor profundo das literaturas lusófonas.&nbsp;Recebeu em 2014 o Prémio de tradução Straelener e junto com Luiz Ruffato, em 2016 o prémio internacional Hermann Hesse.</p>



<p><strong>Luísa Costa Hölzl</strong> nasceu em 1956 em Lisboa, vive em Munique desde 1975, onde se empenha em prol das culturas e literaturas lusófonas. Tem colaborado em várias publicações, com textos próprios ou com responsabilidade editorial. É docente de português, língua, literatura e cultura.</p>
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		<title>Flavia Coelho &#8211; DNA Tour 2021</title>
		<link>https://www.lusofonia-muenchen.de/pt/arquivo/flavia-coelho-dna-tour-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[luso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Oct 2021 10:01:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[Baile funk se junta à música caribenha, a cumbia é reinventada, hip-hop encontra reggae e a música pop também está presente. Em conjunto com sua banda, Flavia confronta seu público com um groove e um charme irresistíveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma explosão de energia e alegria, uma voz poderosa, um show impressionante e, sem dúvida, uma música estimulante. DNA é o quarto disco de <strong>Flavia Coelho</strong>, artista das favelas do Rio, vivendo agora em Paris. Sua música representa esse estado híbrido: baile funk se junta à música caribenha, a cumbia é reinventada, hip-hop encontra reggae e a música pop também está presente. Em conjunto com sua banda, Flavia confronta seu público com um groove e um charme irresistíveis.</p>



<p><a href="https://youtu.be/jpwYBFTGNyI" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><br>Video</a>&nbsp;Flavia Coelho &#8211; DNA&nbsp;<br>Flavia Coelho en Concerts Volants &#8211;&nbsp;<a href="https://youtu.be/rN-BGEpvIZ0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ARTE Concert</a><br><a href="http://www.flaviacoelhomusic.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.flaviacoelhomusic.com</a></p>



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		<item>
		<title>Matulai, o vento Sul – Leitura e debate online: José Eduardo Agualusa conversa com o seu tradutor alemão Michael Kegler, participação musical de Dandara Modesto</title>
		<link>https://www.lusofonia-muenchen.de/pt/arquivo/matulai-o-vento-sul-leitura-e-debate-online-jose-eduardo-agualusa-conversa-com-o-seu-tradutor-alemao-michael-kegler-participacao-musical-de-dandara-modesto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanda Jakob]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 12:20:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[“É a palavra quem cria a realidade. Quem inventa uma história, inventa um mundo. Não existe verdadeira ficção, na medida em que toda a ficção impõe uma realidade.”
O escritor angolano José Eduardo Agualusa dará parte da sua escrita: ficções e realidades, criação e cotidiano, vivências e sonhos. 
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“É a palavra quem cria a realidade. Quem inventa uma história, inventa um mundo. Não existe verdadeira ficção, na medida em que toda a ficção impõe uma realidade.”</p>



<p>Estas palavras do escritor angolano <strong>José Eduardo Agualusa</strong> apontam para o seu talento em inventar histórias e em, através delas, criar novas realidades. Neste encontro virtual vamos ouvir uma curta crónica do autor e seguir uma conversa sobre ilhas, ventos e mares, sobre &#8220;os vivos e os outros&#8221; (título do seu último romance). O escritor dará parte da sua escrita: ficções e realidades, criação e cotidiano, vivências e sonhos. Um debate vivo em que todos são convidados a participar tem o poder de nos aproximar da literatura, das suas questões e do seu papel entre nós.</p>



<p>Leitura e debate: <strong>José Eduardo Agualusa e Michael Kegler</strong><br>Música: <strong>Dandara Modesto</strong></p>



<p><strong>José Eduardo Agualusa</strong>&nbsp;nasceu em 1960 no Huambo/Angola e estudou agronomia e silvicultura em Lisboa. Desde 1989 que publica poemas, contos e romances, premiados e traduzidos para várias línguas. O romance&nbsp;<em>Teoria Geral do Esquecimento</em>&nbsp;entrou na Shortlist do Man Booker International Prize 2016. Vive como escritor e jornalista agora em Moçambique. O seu último romance “Os vivos e os outros”, publicado em 2020, junta numa ilha escritores que, devido a uma tempestade, ali ficam em isolamento forçado.</p>



<p><strong>Michael Kegler</strong>&nbsp;nasceu em 1967 em Gießen, passou parte da sua infância na Libéria e no Brasil. Desde os anos 90 que traduz literatura lusófona.&nbsp;Recebeu em 2014 o Prémio de tradução Straelener e junto com Luiz Ruffato, em 2016 o prémio internacional Hermann Hesse. Traduziu os últimos três romances de Agualusa. Em 2021 serão publicadas traduções suas de grandes nomes da literatura portuguesa como Sophia de Mello Breyner Andresen, Al Berto e Ana Luísa Amaral.</p>



<p><strong>Dandara </strong>nasceu em 1990 em São Paulo, é intérprete por essência, cantora e performer que tem como instrumento a voz. Poética, potente e tropical, reflete um “outro” Brasil, uma “outra” música brasileira sofisticada e contemporânea com raízes na MPB, na tradição da canção brasileira e ritmos populares afro-brasileiros que flertam com o jazz e o groove americano, gerando um “pop experimental brasileiro”.</p>
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		<title>A Gorda – Leitura online com Isabela Figueiredo</title>
		<link>https://www.lusofonia-muenchen.de/pt/arquivo/a-gorda-leitura-online-com-isabela-figueiredo-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanda Jakob]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2021 13:27:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.lusofonia-muenchen.de/wordpress-2020/?post_type=archivbeitrag&#038;p=1559</guid>

					<description><![CDATA[No seu segundo romance A Gorda de 2016 (em alemão 2021, Weidle Verlag), galardoado com vários prémios, a escritora portuguesa Isabela Figueiredo narra de modo acutilante e cru a vida e o passado de uma mulher que, com 12 anos, chegava a Portugal vinda de Moçambique e que ia sofrer experiências de discriminação e isolamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Maria Luísa entra no seu apartamento em Almada. Herdou-o dos pais, já ambos falecidos. Nas suas voltas pelos vários compartimentos a narradora vai descrevendo ambiente e vistas das varandas sobre o Tejo, mobílias e objetos decorativos, tudo servindo para evocar épocas passadas. Deste modo ela partilha a sua vida, a chegada aos doze anos a um Portugal desconhecido, a passagem por casa de avós e tias na província, o colégio interno, a universidade em Lisboa, os primeiros amores e a sua grande paixão pelo seu jovem colega David, o retorno dos pais dez anos mais tarde e, com eles um dia-a-dia bastante difícil, porém iluminado por momentos de cumplicidade e afeto entre os três. E sempre a luta com o próprio corpo, esse “monstro indomável” que ela mais tarde irá tentar vencer através de uma operação.</p>



<p>Os passos solitários pela sua casa, espécie de caixa de ressonância de uma vida plena de dores e ilusões remetem para um país que se quer libertar de décadas de ditadura, colonialismo e moral conservadora e repressiva e que, à semelhança da protagonista, se deseja estável e feliz.</p>



<p><strong>Isabela Figueiredo</strong>, jornalista e escritora, nasceu em 1963 em Lourenço Marques, hoje Maputo e, em 1975, na sequência da revolução e da independência de Moçambique, foi enviada para casa de familiares no interior de Portugal. A partir do seu blog surgiu o livro <em>Caderno de Memórias Coloniais</em>, quatro décadas após a sua experiência de vida ligada à colonização. A sua publicação em 2009 causou escândalo devida a uma linguagem crua e direta. Publica regularmente prosa curta no seu blog e no facebook.</p>
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		<title>Voices from the beginning. Livros nascidos da música – Streamingevent</title>
		<link>https://www.lusofonia-muenchen.de/pt/arquivo/voices-from-the-beginning-livros-nascidos-da-musica-streamingevent/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanda Jakob]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2021 13:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Performance]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma performance musical-literária com José Eduardo Agualusa, Kalaf Epalanga, Martha Fessehatzion, Moses Leo, Ondjaki, Telma Tvon, Toty Sa´Med e Yara Monteiro no âmbito do African Book Festival 2021.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os escritores que estarão neste evento virtual no ambito do <strong>Festival</strong> <strong>African Book </strong> viajam por vários universos literários. Os seus romances transpiram música, desenvolvem-se ao longo de ritmos, uns novos, outros redescobertos, cruzam política e história, poesia e fantasia e festejam culturas até há pouco marginalizadas. Um exemplo apresentado há já alguns anos ao público de Munique é o romance de José Eduardo Agualusa “As mulheres do meu Pai”, esse <em>road-novel</em> musical narrado em tom mágico e cheio de humor. Através do seu terceiro curador <strong>Kalaf Epalanga</strong> o país Angola ganhará no festival de 2021 especial visibilidade junto ao público leitor alemão.</p>



<p>Uma performance musical-literária com <strong>José Eduardo Agualusa, Kalaf Epalanga, Martha Fessehatzion, Moses Leo, Ondjaki, Telma Tvon, Toty Sa&#8217;Med e Yara Monteiro </strong>no âmbito do African Book Festival 2021<br>Performance em palco: <strong>Martha Fessehatzion &amp; Moses Leo</strong><br>Música: Toty Sa&#8217;Med</p>



<p>O Festival African Book vai acontecer este ano de 16 a 18 de abril, em Berlim e terá eventos também em Leipzig e Munique. <a href="https://africanbookfestival.de">africanbookfestival.de</a></p>
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