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	<title>Sophia de Mello Breyner Andresen &#8211; Lusofonia München</title>
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	<description>Förderung und Verbreitung der Kulturen aus portugiesisch­sprachigen Ländern</description>
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	<title>Sophia de Mello Breyner Andresen &#8211; Lusofonia München</title>
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		<title>Esta é a madrugada que eu esperava – 50 anos após a Revolução Portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanda Jakob]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2024 07:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[Na madrugada de 24 para 25 de abril de 1974, jovens capitães derrubaram o governo português e o país viveu uma revolução. A liberdade era ansiada pelo povo, o que se refletia também nas artes. Atualmente, em toda a Europa, a democracia está ameaçada, o que justifica muito oportunamente olhar para os acontecimentos libertadores dessa época. Comemoramo-los a partir de perspetivas artísticas e outras e celebramos as suas conquistas democráticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Às 00:20 do dia 25 de abril de 1974, a canção &#8220;Grândola, vila morena&#8221;, de José Afonso, soou na rádio. Era a senha combinada pelos oficiais que se tinham juntado no Movimento das Forças Armadas (MFA) para invadir Lisboa e ocupar ministérios, estações de rádio e a televisão e, mais tarde, o aeroporto e a sede dos serviços secretos da PIDE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tão esperada Revolução dos Cravos mudou Portugal, os portugueses tornaram a ver uma perspetiva: a cruel guerra colonial que se arrastava há mais de dez anos em várias frentes terminou e os países conquistaram a sua independência. Portugal saiu do seu isolamento. Hoje, Portugal é um parceiro fiável da União Europeia. Porém, como em toda a Europa, a democracia está ameaçada também em Portugal, onde as forças da extrema-direita põem em causa as conquistas democráticas da revolução de 1974.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, parece-nos muitíssimo apropriado olhar para os acontecimentos libertadores dessa época. Recordamo-los a partir de perspetivas artísticas e outras e celebramos as suas conquistas democráticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Programação:</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Domingo, 28 de abril, 18 hrs, foyer<br><strong>Inauguração da exposição fotográfica (até 3 de maio de 2024): Os murais através dos tempos: 1977, 1997 e hoje</strong><br>Ao mostrar fotografias de murais, pretendemos lançar luz sobre a revolução e o seu legado. As fotografias de 1977, 1997 e 2024 permitem uma abordagem colorida da história pois dão uma expressão artística ao debate político e à diversidade de opiniões ao longo do tempo. Apresentação com os fotógrafos Hartmut Heller e Bernhard Inderst.<br><em>Entrada livre</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Hartmut Heller</strong> nasceu em Sonthofen/Allgäu e estudou em Munique. É sociólogo e fotógrafo de sombras. Muitos anos atou também na Associação de Inquilinos de Munique. Teve várias exposições fotográficas sobre a Grécias e Portugal, entre outros temas.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quinta-feira, 2 de maio, 17 hrs, salão<br><strong>Sessão de cinema: Capitães de abril (123 min., original, legendado em inglês)</strong><br>Esta longa-metragem do ano 2000, realizada por Maria de Medeiros, baseia-se no golpe militar que teve lugar em Portugal na noite de 24 para 25 de abril de 1974. Por volta das três da manhã tropas revoltosas ocupam os quartéis e marcham em direção a Lisboa. O filme, uma homenagem aos jovens capitães que libertaram a pátria duma ditadura, retrata de forma sensível e emotiva o dia que viria a mudar um país inteiro e a inaugurar uma nova era.<br><em>Entrada livre</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quinta-feira, 2 de maio, 19:30 hrs, salão<br><strong>Poesia&amp;Música</strong><br>Foi com a voz do cantor e poeta Zeca Afonso que a revolução começou na madrugada de 25 de abril de 1974. Uma revolução que é antecipada, refletida e recordada nas palavras de poetas. Vamos ler poemas que falam do obscurantismo da ditadura, do entusiasmo revolucionário e dos sonhos e visões que daí nasceram: entre outros haverá poemas de Alexandre O&#8217;Neill, Sophia de Mello Breyner e Manuel Alegre. Acompanhado de arranjos para guitarra sobre temas de Zeca Afonso, Paulo de Carvalho e outros.<br>Leitura bilingue: Luísa Costa Hölzl e Wanda Jakob<br>À guitarra: João Pedro Marques<br><em>Entrada: 8€ (bilheteira)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>João Pedro Lopes Marques</strong>, nascido em Vila do Conde em 2004, recebeu a sua formação em guitarra clássica em Portugal. Desde 2022 estuda na Universidade de Música e Teatro de Munique, sob a orientação de Franz Halász. Já tocou a solo e em grupos de música de câmara em vários locais, incluindo a Casa da Música do Porto. Mais recentemente fez arranjos baseados nas canções simbólicas da Revolução dos Cravos, que interpretará com a virtuosidade que lhe é inerente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sexta-feira, 3 de maio, 19:30 hrs, salão<br><strong>Palestra e debate com a Prof. Dr.ª Teresa Pinheiro (Universidade de Chemnitz):</strong> <strong>A Revolução dos Cravos, suas consequências e novas formas de memória</strong><br>Formada em germânicas, estudos culturais e antropologia, a cientista portuguesa leva-nos numa animada viagem de 50 anos desde a Revolução dos Cravos até hoje. Em diálogo com o público, explora as memórias verdadeiras e as menos verdadeiras, compara-as com factos e números e fornece informações valiosas sobre a atual tendência para a direita em Portugal (em língua alemã).<br>Moderação: Dr.ª Rosário Costa-Schott<br>Acompanhamento musical à guitarra: João Pedro Marques<br><em>Entrada: 8€ (bilheteira)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Teresa Paula Pinheiro</strong> nasceu em Lisboa em 1972, formou-se em filologias germânicas e românicas em Lisboa e Colónia e concluiu o doutoramento em antropologia cultural na Universidade de Paderborn em 2002. Depois de ser professora júnior na Universidade Técnica de Chemnitz, assumiu em 2011 a cátedra na área de Transformações Culturais e Sociais no Instituto de Estudos Europeus da Universidade Técnica de Chemnitz. O seu currículo abrange docência como visitante, estadias de investigação e uma lista considerável de publicações, incluindo a temática da identidade europeia de países periféricos como Portugal ou Espanha e o fim do colonialismo português, sendo pois a especialista mais indicada para focar o legado da Revolução de 1974.</p>
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		<title>Homenagem a Sophia (1919-2004)</title>
		<link>https://www.lusofonia-muenchen.de/pt/arquivo/homenagem-a-sophia-1919-2004/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanda Jakob]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2019 17:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[Mesmo que eu morra o poema encontrará/
Uma praia onde quebrar as suas ondas

Um encontro cheio de poesia, música e petiscos com Luís Maria Hölzl und Luísa Costa Hölzl]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No centenário do nascimento de <strong>Sophia de Mello Breyner Andresen</strong> (1919-2004) a comunidade de língua portuguesa em Munique quer prestar homenagem a esta grande poeta. Gerações de crianças portuguesas têm crescido com as figuras das suas histórias, como a Menina do Mar ou o Rapaz de Bronze. Plenos de sabedoria e encanto, os seus poemas marcaram tempos sombrios, mostrando como a literatura tem a capacidade e o dever de assumir posições destemidas e lutar por justiça e liberdade. Além deste exemplo de cidadania, Sophia legou-nos um mundo de imagens e de sons numa linguagem concisa e nítida em que cada palavra toca a nossa sensibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À volta de poemas, pequena prosa e música e petiscos vamos ouvir, saborear, lembrar e conviver.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Luísa Costa Hölzl</strong> é docente de português e agente cultural<br><strong>Luís Maria Hölzl</strong> é músico (guitarra, guitarra portuguesa, violino)</p>
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