Programação

Bavaschôro feat. Dandara Modesto – choros brasileiros fusionam com sons bávaros

Segunda-feira, dia 15 de setembro 2025, 20:00 hrs

Bavaschôro de Munique realiza a fusão de gêneros musicais brasileiros com a música da Baviera. Os quatro multi-instrumentistas do Brasil, de Portugal e da Baviera apresentam o choro, apimentado com música folclórica bávara, instrumentos pouco típicos do choro e novos arranjos. A sonoridade da banda se encontra com a voz única e a brilhante presença da cantora, performer e produtora musical Dandara Modesto que reflete uma música brasileira contemporânea com raízes na tradição dos ritmos afro-brasileiros.

Uma fascinante fusão musical feita de música brasileira, charme bávaro e uma voz sedutora.

Bavaschôro de Munique realiza a fusão de gêneros musicais brasileiros com a música da Baviera. Os quatro músicos profissionais, provindos de vários gêneros e diferentes tradições musicais, apresentam o choro, música brasileira de barzinho, fusão entre ritmos africanos e as polcas. Com Bavaschôro esta mescla charmosa e leve retorna à Europa e é apimentada com música folclórica bávara, interpretada em instrumentos atípicos do choro como trompa, guitarra portuguesa ou tuba e acrescentada de novos arranjos.

A sonoridade da banda se encontra com a voz única e a brilhante presença de Dandara Modesto. A cantora, performer e produtora musical reflete uma música brasileira contemporânea com raízes na tradição dos ritmos afro-brasileiros. Ao longo de sua carreira tem participado em diversos projetos nas áreas de música, dança, teatro, artes visuais e performance, no Brasil e na Europa. Dandara produziu, compôs e dirigiu trilhas sonoras para filmes e performances. No seu álbum “Estrangeira” (2022) canta sobre o corpo feminino em movimento, a migração, o poder de ser diferente e a ancestralidade. Gravou seu último disco “Trinka” em 2024. A artista paulistana vive em Zurique.

Com:
Dandara Modesto (voz)
Ludwig Himpsl (percussão/pandeiro, trompa, tuba)
Xaver Himpsl (fliscorne, trompete, trompete piccolo)
Luís Maria Hölzl (violino, guitarra portuguesa, cavaquinho)
Henrique de Miranda Rebouças (violão de 7 cordas)

Mais de Dandara Modesto
Instagram: https://www.instagram.com/dandaramodesto/
Trinka no Instagram: https://www.instagram.com/trinkamusic/?hl=de
Vídeos: https://www.youtube.com/c/DandaraModesto

Mais de Bavaschôro
Website: www.bavaschoro.de
Facebook: https://www.facebook.com/bavaschoro

Vídeos: https://www.youtube.com/channel/UCrKqEbKf1NfQiLC-Y_x9EtQ

Entrada: 19:30 hrs, início: 20:00 hrs

Lugar: Ampere, Muffatwerk, Zellstr. 4, Munique

Bilhetes aqui:
VVK € 20 zzgl. Gebühren / ermäßigt VVK € 17,50 zzgl. Gebühren
Abendkasse € 25, ermäßigt € 18

Um evento no âmbito da programação do 16. Congresso de Lusitanistas Alemães, com o apoio do Consulado-Geral do Brasil
Apresentado por Lusofonia e.V. com a cooperação do Muffatwerk

Bia Ferreira

Quarta-feira, dia 13 de agosto 2025, 20 hrs

Bia Ferreira é uma das revelações da música contemporânea brasileira. Traz para o palco textos provocadores, feministas e queer, aliados a um som muito próprio que mescla ritmos afro-diaspóricos como soul, ritmo&blues, reggae e rap à música brasileira como samba e repente. Um concerto com uma sonoridade plena de energia, uma voz multifacetada e um forte apelo político contra racismo, homofobia e qualquer forma de discriminação!
Abertura: Kokonelle, Waseem, Taiga Trece & Malcom R:
Música urbana de Munique, global e empoderante: paz, amor & unidade!

Die Sängerin, Songwriterin und Aktivistin Bia Ferreira ist eine der Offenbarungen der zeitgenössischen brasilianischen Musik. Sie wurde 1993 in Minas Gerais geboren und wuchs in Alagoas, Sergipe, auf. Als Tochter einer traditionell evangelikalen Familie machte sie ihre ersten musikalischen Erfahrungen in der Kirche, und seit sie 15 ist, macht sie Musik.

In ihren scharfen, queer-feministischen Texten bezieht sie Stellung gegen rassistische Vorurteile, ihre Musik nennt sie MMP: Música de Mulher Preta (Musik Schwarzer Frauen). So nutzt Bia Ferreira ihre Kunst, um über strukturellen Rassismus aufzuklären und das Bewusstsein für Diskriminierung gegen die LGBTQIA+-Bewegung und alle anderen Arten von Diskriminierung zu schärfen.

In ihrer Musik verbindet die Multiinstrumentalistin afrodiasporische Rhythmen wie Soul, Rhythm & Blues, Reggae und Rap mit brasilianischer Musik wie Samba und Repente. Im Jahr 2018 tourte sie zum ersten Mal durch Europa. Nach mehreren erfolgreichen Singles veröffentlichte sie 2019 ihr Debütalbum Igreja LisbeterianaI, gefolgt von Faminta im Jahr 2022.

Die Konzerte mit ihrem Trio sind bekannt für ihre große Intensität, die Einbeziehung des Publikums und ihre emotionale Wirkung. Bia Ferreira hinterlässt bleibende Eindrücke, wo immer sie auftritt, mit einem kraftvollen Sound, facettenreicher Stimme und starkem politischen Plädoyer: Nein zu jeder Form von Diskriminierung und Ja zur Liebe!


Eröffnungsact Kokonelle, Waseem, Taiga Trece & Malcom R:
Urbane Musik aus München mit der Sängerin und MC Kokonelle (Kongo), die Rap, RnB, Afro und Soul mit reflektierten Reimen mixt, sowie mit den HipHop-Künstler*innen Waseem, Taiga Trece, und Malcolm R, deren Wurzeln in Ägypten, Mexiko und in Chile liegen. Globale Musik & Empowerment treffen auf verschiedene Geschichten, Perspektiven und Sprachen – gemeinsam engagiert sich das Quartett für Peace, Love & Unity.“

Mehr:
Bia Ferreira auf Instagram
Bia Ferreira auf Youtube

Kokonelle auf Instagram
Kokonelle auf Youtube
Waseem auf Youtube
Taiga Trece auf Youtube
Malcolm R (und Waseem) auf Youtube

Entrada: 19 hrs, Início: 20 hrs

Abertura: Kokonelle, Waseem, Taiga Trece & Malcom R

Lugar: Ampere, Zellstr. 4, 81677 München

Bilhetes aqui: VVK € 23 zzgl. Gebühren

https://www.muffatwerk.de/de/events/view/7595/bia-ferreira

Organização: Muffatwerk em cooperação com o Departamento Cultural da Cidade de Munique e o projeto Wor(l)d Connects
Apresentado por Lusofonia e.V.

João Selva: Tournée Onda

Quinta-feira, 19 de junho de 2025, 19:30 hrs

A música de João Selva viaja do samba brasileiro, passando pelo semba angolano e pelo funaná cabo-verdiano, até ao zouk caribenho, com desvios pela rumba congolesa e pelo funk americano. O seu novo álbum “Onda” é uma obra de arte transatlântica ensolarada, imbuída de sensualidade e alegria de viver. Irradia uma energia exuberante, o brilho e as cores do carnaval brasileiro, simbolizando aquilo em que João Selva acredita: nenhuma tristeza sobrevive perante tanta alegria. Revigorante e hedonista!

João Selva, cantor, compositor e produtor, é natural do Rio de Janeiro, onde cresceu, rodeado de música desde muito cedo, pois o seu pai, pastor duma comunidade alternativa cristã sempre deu à música um papel vital, tendo por exemplo permitido que ex-presidiários se reabilitassem através de um programa musical. João Selva aprendeu a tocar violão com a famosa violonista e cantora de bossa nova Wanda Sá, amiga de seu pai. Aos 18 anos, começou a dar concertos para crianças em África, na América do Sul e no Caribe. Radicado em Lyon, França, desde 2010, aí gravou o seu primeiro disco. O seu álbum de estreia “Natureza” foi lançado em 2017, seguido de “Navegar”, 2021 e “Passarinho” em 2023, que aborda a destruição do meio ambiente, com o pássaro a simbolizar as criaturas ameaçadas do Brasil.

Nos seus álbuns, João Selva cultiva e divulga o rico património musical brasileiro. O artista também gosta de expandir as tradições musicais da sua terra natal para incluir estilos de outras partes do mundo, desde o cosmic jazz, soul, disco e funk a géneros provindos de Angola ou de Cabo Verde.

Entrada: a partir das 19:30 horas, Início: 20:30 Uhr

Lugar: Ampere, Muffatwerk
Zellstr. 7, 81667 München

Bilhetes aqui: VVK € 20 zzgl. Gebühren / AK € 24

Apresentado por Lusofonia e.V.

 

Lia Rodrigues Companhia de Danças: Borda

16 e 17 de junho de 2025, 19:30 hrs

Lia Rodrigues é uma das vozes artísticas mais importantes do Brasil e do mundo da dança. Em seu novo espetáculo “Borda”, ela trata do que nos divide tanto no sentido geográfico quanto político: quem tem direito a atravessar fronteiras? Quem fica? Quem é excluído?

Dançado por e criado em estreita colaboração com: Leonardo Nunes, Valentina Fittipaldi, Andrey da Silva, David Abreu, Raquel Alexandre, Daline Ribeiro, João Alves, Cayo Almeida e Vitor de Abreu

Lia Rodrigues é uma das vozes artísticas mais importantes do Brasil e do mundo da dança. Suas peças mostram a luta dura e existencialista da convivência humana. Emocionante e extremamente física, com uma linguagem visual impressionante e multifacetada, reflete sobre questões globais como a interação do ser humano com a natureza ou as alterações climáticas. Sendo nós seres sociais (e ao mesmo tempo negando isso), as suas obras questionam a nossa capacidade de restaurar a harmonia.

Seu novo trabalho, “Borda”, que terá a sua estreia no Kunstenfestivaldesarts em Bruxelas, em maio, se foca sobre o que nos separa, tanto no sentido geográfico como político. Em português, a palavra “borda” pode significar margem, fronteira, limite, barreira, limiar, e, nestes múltiplos sentidos, coloca questões relacionadas com diversos aspectos: Quem pode atravessar a borda? Quem fica? Quem é excluído? Quem pertence e quem não pertence? Quem tem o direito de existir? Como transportar conosco o mundo de nossas visões, de anseios, memórias e futuros?

Lia Rodrigues nasceu em São Paulo em 1956, onde se formou em balé clássico e estudou história na Universidade de São Paulo. Após participar do movimento de dança contemporânea em São Paulo na década de 1970, integrou a companhia Maguy Marin (França) entre 1980 e 1982. Retornou ao Brasil em 1990 e fundou a Lia Rodrigues Companhia de Danças, no Rio de Janeiro. Em 1992, fundou o festival de dança Panorama, que dirigiu até 2005.

Desde 2004, desenvolve projetos artísticos e educacionais na favela da Maré, no Rio de Janeiro, em colaboração com a ONG Redes da Maré. Em 2009, fundou o Centro de Arte da Maré e, em 2011, a escola independente de dança Maré. Em 2005, recebeu a Ordem Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres do governo francês, em 2014 o Prémio da Fundação Prince Claus dos Países Baixos e em 2016 o Prémio de Coreografia SACD (França). Lia Rodrigues é artista associada do Théâtre National de Chaillot e do Théâtre LE CENQUATRE em Paris.

“Borda”

Direção artística e conceito: Lia Rodrigues
Dançado por e criado em estreita colaboração com: Leonardo Nunes, Valentina Fittipaldi, Andrey da Silva, David Abreu, Raquel Alexandre, Daline Ribeiro, João Alves, Cayo Almeida, Vitor de Abreu
Assistência coreográfica: Amália Lima
Dramaturgia: Silvia Soter
Colaboração artística e imagens: Sammi Landweer
Design de luz: Nicolas Boudier
Direção de cena: Magali Foubert e Baptistine Méral

Produção: Lia Rodrigues Companhia de Danças
Coprodução: Le Kunstenfestivaldesarts – Bruxelas / Maison de la danse, Lyon / Pôle européen de création, com o apoio da Biennale de la danse 2025, Chaillot, Théâtre National de la Danse, Paris / Le CENTQUATRE, Paris / Festival d’Automne à Paris / Wiener Festwochen, Viena / Festival La Batie, Comédie de Genève, Genebra / Romaeuropa, Roma / Pact Zollverein, Essen / One Dance Festival, Plovdiv / Theater Freiburg / Muffatwerk, Munique / Passages Transfestival, Metz / Festival Perspectives, Saarbrücken, Le Parvis scène nationale Tarbes Pyrénées, Tanz im August / HAU Hebbel am Ufer, Berlim, com o apoio da Redes da Maré e do Centro de Artes da Maré

Entrada: a partir das 19:30 hrs, Início: 20:30 hrs

Lugar: Muffathalle
Muffatwerk
Zellstr. 7, 81667 München

Bilhetes aqui: VVK € 24, erm. € 15 zzgl. Gebühren / AK € 28, erm. € 15

Evento da Muffatwerk München com o gentil apoio do Instituto Goethe, apresentado pela associação Lusofonia e.V.

„Sempre em trânsito”: o Dia Mundial da Língua Portuguesa 2025 com poesia e prosa

Segunda-feira, dia 5 de maio 2025, 17 hrs

Várias regiões do mundo e em diversos continentes estão ligadas entre si através da língua portuguesa que dá voz a quase 300 milhões de pessoas. Todos os anos se assinala a data de 5 de maio, numa homenagem festiva às culturas lusófonas.
O Consulado-Geral do Brasil em Munique e a associação cultural Lusofonia e.V. sediada nesta cidade têm a alegria de participar nesta homenagem com um evento literário com as duas poetas brasileiras Márcia Huber e Simone Malaguti que vivem nesta cidade.
Lançamento de “Folhas sobre a Mata” (editora Giostri, 2024) de Simone Malaguti e de “O lábio é outro” (editora 7letras, 2025) de Márcia Huber, e apresentação de “Crónicas lusófonas / Lusophone Kolumnen (tradução de Michael Kegler, editora dtv, 2022), com leitura de Wanda Jakob.
Música com o songwriter e guitarrista Luan Fernando
Moderação: Luísa Costa Hölzl

Várias regiões do mundo e em diversos continentes estão ligadas entre si através da língua portuguesa que dá voz a quase 300 milhões de pessoas. Todos os anos se assinala a data de 5 de maio, numa homenagem festiva às culturas lusófonas.

O Consulado-Geral do Brasil em Munique e a associação cultural Lusofonia e.V. sediada nesta cidade têm a alegria de participar nesta homenagem. Serão apresentados dois livros de poemas de poetas brasileiras que vivem nesta cidade, mostrando assim que mesmo na diáspora, a língua-mãe continua ativa e criativa. As origens das poetas tomam forma num vaivém entre tempos, lugares lembrados, pessoas desaparecidas e paisagens exuberantes e os cotidianos vividos aqui e agora. A leitura dos poemas será em português.

A estes dois lançamentos junta-se a apresentação de um livro bilingue, editado na Alemanha já em 2022, que reúne crônicas de 18 autores e autoras da lusofonia, selecionadas por Luísa Costa Hölzl. Na variedade dos temas e no modo versátil como eles são tratados ecoam as diversas realidades lusófonas assim como as especificidades de expressão: a língua portuguesa continua cheia de vitalidade. A leitura será feita em alemão.

Lançamento de “Folhas sobre a Mata” (editora Giostri, 2024) de Simone Malaguti e de “O lábio é outro” (editora 7letras, 2025) de Márcia Huber.

Apresentação de “Crónicas lusófonas / Lusophone Kolumnen (tradução de Michael Kegler, editora dtv, 2022), com Wanda Jakob.

Música com o songwriter e guitarrista Luan Fernando

Moderação: Luísa Costa Hölzl

Márcia Huber, nascida em Belém do Pará, formada em Turismo, passou a viver na Áustria a partir de 1990, onde obteve mestrado em filologia românica e germânica. Vive na Alemanha desde 1996 e manteve por mais de 20 anos um escritório de tradução em Munique. Trabalha como voluntária na WeCare Association, uma organização de caridade que mantém projetos de ajuda sustentável e combate à mutilação genital feminina no Quénia. Tem poemas publicados em várias antologias. O lábio é outro, publicado pela editora 7Letras em 2025, é seu primeiro livro.

Simone Malaguti, nascida em São Paulo, formada pela USP em Letras, doutorada em filologia germânica pela Universidade de Kassel. Após atividade corporativa internacional, iniciou a carreira universitária. Possui publicações sobre estudos literários, culturais, mídia e cinema. Introduziu o curso de escrita criativa na faculdade de Letras da Universidade de Munique. Pesquisa, traduz e é consultora em literatura e educação digital no setor público, universitário e editorial. Folhas sobre a mata (editora Giostri, 2024) é sua estreia literária.

Luan Fernando, cantor, compositor e guitarrista, nasceu em Munique. Viveu a infância e a juventude no Brasil, tendo regressado à Alemanha em 2018. Com sua voz e violão clássico, ele vem construindo uma carreira vasta e versátil cujas raízes se encontram na própria família, principalmente no pai, Fernando Cruz, um dos primeiros músicos brasileiros a vir para a Alemanha nos anos 80. Luan Fernando se apresenta em ambientes descontraídos com seu próprio trabalho e com o legado paterno, numa mescla de ritmos que vão do afro pop ao funk e do samba à bossa nova.

 

Lugar: Consulado-Geral do Brasil em Munique
Sonnenstr. 31, 80331 Munique

ESPAÇO ESGOTADO!

Evento do Consulado-Geral do Brasil em Munique em cooperação com Lusofonia e.V.